Guarda a rosa que eu te dei
Esquece os males que eu te fiz
A rosa vale mais que a tua dor
Guarda a rosa que eu te dei
Esquece os males que eu te fiz
A rosa, rosa vale mais que a tua dor
Se tudo passou, se o amor acabou
A rosa, deve ficar
Num canto qualquer do teu coração
O amor, reviverá
Guarda, guarda a rosa que eu te dei
Esquece os males que eu te fiz
A rosa vale mais que a tua dor
Se tudo passou, se o amor acabou
A rosa, deve ficar
Num canto qualquer do teu coração
O amor, reviverá
Guarda a rosa, a rosa que eu te dei
Esquece os males que eu te fiz
A rosa vale mais, mais que a tua dor
Pernambuco / Antonio Maria
1961 - Miltinho
"Amo a música. Acredito na melhora do planeta. Confio em que nem tudo está perdido. Creio na bondade do ser humano. E percebo que a loucura é fundamental. Viver é ótimo!" Elis Regina
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sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Eu Quero Um Samba - Miltinho (1961)
Eu quero um samba feito só pra mim
Eu quero a melodia feita assim
Quero sambar, porque no samba eu sei que vou
A noite inteira até o sol raiar
Ai, quando o samba acaba
E eu, eu fico triste então
Vai melancolia
Eu quero alegria, dentro do meu coração
Eu quero um samba, samba feito só pra mim
Eu quero a melodia feita assim
Quero sambar, porque no samba eu sei que vou
A noite inteira até o sol raiar
Ai, quando o samba acaba
E eu, fico triste então
Vai melancolia
Eu quero alegria, dentro do meu coração
Eu quero um samba, samba feito só pra mim
Eu quero a melodia feita assim
Quero sambar, porque no samba eu sei que vou
A noite inteira até o sol raiar
Ai, quando o samba acaba
E eu, fico triste então
Vai melancolia
Eu quero alegria, dentro do meu coração
Ai, quando o samba acaba
E eu, fico triste então
Vai melancolia
Eu quero alegria, dentro do meu coração
Eu quero um samba feito, feito só pra mim
Eu quero a melodia, melodia feita assim
Quero sambar, porque no samba eu sei que vou
A noite inteira até o sol raiar
Haroldo Barbosa / Janet de Oliveira
1961 - Miltinho
Eu quero a melodia feita assim
Quero sambar, porque no samba eu sei que vou
A noite inteira até o sol raiar
Ai, quando o samba acaba
E eu, eu fico triste então
Vai melancolia
Eu quero alegria, dentro do meu coração
Eu quero um samba, samba feito só pra mim
Eu quero a melodia feita assim
Quero sambar, porque no samba eu sei que vou
A noite inteira até o sol raiar
Ai, quando o samba acaba
E eu, fico triste então
Vai melancolia
Eu quero alegria, dentro do meu coração
Eu quero um samba, samba feito só pra mim
Eu quero a melodia feita assim
Quero sambar, porque no samba eu sei que vou
A noite inteira até o sol raiar
Ai, quando o samba acaba
E eu, fico triste então
Vai melancolia
Eu quero alegria, dentro do meu coração
Ai, quando o samba acaba
E eu, fico triste então
Vai melancolia
Eu quero alegria, dentro do meu coração
Eu quero um samba feito, feito só pra mim
Eu quero a melodia, melodia feita assim
Quero sambar, porque no samba eu sei que vou
A noite inteira até o sol raiar
Haroldo Barbosa / Janet de Oliveira
1961 - Miltinho
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Teleco-Teco Nº 2 - Miltinho (1961)
Quem foi que disse
Que o samba tem
Origem lá no morro meu bem
O samba nasce em qualquer lugar
Não dou exemplo
Pra não dar o que falar
Quando se tem ao lado um alguém
Com este ritmo que é nosso também
Fazer samba não é privilégio de ninguém
Quem foi que disse
Que o samba, samba tem
Origem lá no morro meu bem
O samba nasce em qualquer, qualquer lugar
Não dou exemplo
Pra não dar o que falar
Quando se tem ao lado um alguém
Com este ritmo que é nosso também
Fazer samba, samba não é privilégio de ninguém
Quem foi que disse que o samba tem...
Nelsinho / Oldemar Magalhães
1961 - Miltinho
Que o samba tem
Origem lá no morro meu bem
O samba nasce em qualquer lugar
Não dou exemplo
Pra não dar o que falar
Quando se tem ao lado um alguém
Com este ritmo que é nosso também
Fazer samba não é privilégio de ninguém
Quem foi que disse
Que o samba, samba tem
Origem lá no morro meu bem
O samba nasce em qualquer, qualquer lugar
Não dou exemplo
Pra não dar o que falar
Quando se tem ao lado um alguém
Com este ritmo que é nosso também
Fazer samba, samba não é privilégio de ninguém
Quem foi que disse que o samba tem...
Nelsinho / Oldemar Magalhães
1961 - Miltinho
Rosa Morena - Miltinho (1961)
Rosa, Rosa morena
Aonde vais morena Rosa
Com essa rosa no cabelo e esse andar
Esse andar de moça prosa, Rosa, morena Rosa
Rosa, ai Rosa morena
Aonde vais morena Rosa
Com essa rosa no cabelo e esse andar
Ai esse andar de moça prosa, Rosa, morena Rosa
Rosa morena que o samba está esperando
Esperando pra te ver
Deixa de lado esta coisa de dengosa
Anda Rosa vem me ver
Deixa de lado esta pose
Vem pro samba vem sambar
Que o pessoal tá cansado de esperar, o Rosa
Que o pessoal tá cansado de esperar
Rosa, Rosa morena
Aonde vais morena Rosa
Com essa rosa no cabelo e esse andar
Ai esse andar de moça prosa, Rosa, morena Rosa
Rosa, Rosa morena
Aonde vais morena Rosa
Com essa rosa no cabelo e esse andar
Ai esse andar de moça prosa, Rosa, morena Rosa
Rosa morena que o samba está esperando
Esperando só pra te ver
Deixa de lado, de lado, esta coisa de dengosa
Anda Rosinha vem me ver
Deixa de lado esta pose
Vem pro samba vem sambar
Que o pessoal tá cansado de esperar, o Rosa
Que o pessoal tá cansado de esperar
Dorival Caymmi
1961 - Miltinho
Aonde vais morena Rosa
Com essa rosa no cabelo e esse andar
Esse andar de moça prosa, Rosa, morena Rosa
Rosa, ai Rosa morena
Aonde vais morena Rosa
Com essa rosa no cabelo e esse andar
Ai esse andar de moça prosa, Rosa, morena Rosa
Rosa morena que o samba está esperando
Esperando pra te ver
Deixa de lado esta coisa de dengosa
Anda Rosa vem me ver
Deixa de lado esta pose
Vem pro samba vem sambar
Que o pessoal tá cansado de esperar, o Rosa
Que o pessoal tá cansado de esperar
Rosa, Rosa morena
Aonde vais morena Rosa
Com essa rosa no cabelo e esse andar
Ai esse andar de moça prosa, Rosa, morena Rosa
Rosa, Rosa morena
Aonde vais morena Rosa
Com essa rosa no cabelo e esse andar
Ai esse andar de moça prosa, Rosa, morena Rosa
Rosa morena que o samba está esperando
Esperando só pra te ver
Deixa de lado, de lado, esta coisa de dengosa
Anda Rosinha vem me ver
Deixa de lado esta pose
Vem pro samba vem sambar
Que o pessoal tá cansado de esperar, o Rosa
Que o pessoal tá cansado de esperar
Dorival Caymmi
1961 - Miltinho
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Três Apitos - Miltinho (1970)
Quando o apito
Da fábrica de tecidos
Vem ferir os meus ouvidos
Eu me lembro de você
Mas você anda
Sem dúvida bem zangada
Ou está interessada
Em fingir que não me vê
Você que atende ao apito
De uma chaminé de barro
Porque não atende ao grito
Tão aflito, da buzina do meu carro
Você no inverno
Sem meias vai pro trabalho
Não faz fé no agasalho
Nem no frio você crê
Mas você é mesmo
Artigo que não se imita
Quando a fábrica apita
Faz reclame de você
Nos meus olhos você lê
Que eu sofro cruelmente
Com ciúmes do gerente
Impertinente, que dá ordens a você
Sou do sereno
Poeta muito soturno
Vou virar guarda-noturno
E você sabe porquê
Mas você não sabe
Que enquanto você faz pano
Faço junto do piano
Estes versos pra você
Você que atende ao apito
Ao apito de uma chaminé de barro
Porque não atende ao grito
Tão aflito, da buzina do meu carro
Noel Rosa
1970 - Miltinho e a Seresta
Da fábrica de tecidos
Vem ferir os meus ouvidos
Eu me lembro de você
Mas você anda
Sem dúvida bem zangada
Ou está interessada
Em fingir que não me vê
Você que atende ao apito
De uma chaminé de barro
Porque não atende ao grito
Tão aflito, da buzina do meu carro
Você no inverno
Sem meias vai pro trabalho
Não faz fé no agasalho
Nem no frio você crê
Mas você é mesmo
Artigo que não se imita
Quando a fábrica apita
Faz reclame de você
Nos meus olhos você lê
Que eu sofro cruelmente
Com ciúmes do gerente
Impertinente, que dá ordens a você
Sou do sereno
Poeta muito soturno
Vou virar guarda-noturno
E você sabe porquê
Mas você não sabe
Que enquanto você faz pano
Faço junto do piano
Estes versos pra você
Você que atende ao apito
Ao apito de uma chaminé de barro
Porque não atende ao grito
Tão aflito, da buzina do meu carro
Noel Rosa
1970 - Miltinho e a Seresta
No Rancho Fundo - Miltinho (1970)
No rancho fundo
Bem pra lá do fim do mundo
Onde a dor e a saudade
Contam coisas da cidade
No rancho fundo,
De olhar triste e profundo
Um moreno canta as 'mágoa'
Tendo os olhos rasos d'água
Pobre moreno
Que de tarde no sereno
Espera a lua no terreiro
Tendo o cigarro por companheiro
Sem um aceno
Ele pega na viola
E a lua por esmola
Vem pro quintal deste moreno
No rancho fundo
Bem pra lá do fim do mundo
Nunca mais houve alegria
Nem de noite, nem de dia
Os arvoredos
Já não contam mais segredos
Que a última palmeira
Já morreu na cordilheira
Os passarinhos
Enterraram-se nos ninhos
De tão triste essa tristeza
Enche de trevas a natureza
Tudo por quê?
Só por causa do moreno
Que era grande, hoje é pequeno
Para uma casa de sapê
Se Deus soubesse
Da tristeza lá na serra
Mandaria lá pra cima
Todo o amor que há na Terra
Porque o moreno
Vive louco de saudade
Só por causa do veneno
Das mulheres da cidade
Ele que era
O cantor da primavera
Que até fez do rancho fundo
O céu melhor que tem no mundo
O sol queimando
Se uma flor lá desabrocha
A montanha vai gelando
Lembrando o aroma da cabrocha
No rancho fundo...
Ary Barroso / Lamartine Babo
1970 - Miltinho e a Seresta
Bem pra lá do fim do mundo
Onde a dor e a saudade
Contam coisas da cidade
No rancho fundo,
De olhar triste e profundo
Um moreno canta as 'mágoa'
Tendo os olhos rasos d'água
Pobre moreno
Que de tarde no sereno
Espera a lua no terreiro
Tendo o cigarro por companheiro
Sem um aceno
Ele pega na viola
E a lua por esmola
Vem pro quintal deste moreno
No rancho fundo
Bem pra lá do fim do mundo
Nunca mais houve alegria
Nem de noite, nem de dia
Os arvoredos
Já não contam mais segredos
Que a última palmeira
Já morreu na cordilheira
Os passarinhos
Enterraram-se nos ninhos
De tão triste essa tristeza
Enche de trevas a natureza
Tudo por quê?
Só por causa do moreno
Que era grande, hoje é pequeno
Para uma casa de sapê
Se Deus soubesse
Da tristeza lá na serra
Mandaria lá pra cima
Todo o amor que há na Terra
Porque o moreno
Vive louco de saudade
Só por causa do veneno
Das mulheres da cidade
Ele que era
O cantor da primavera
Que até fez do rancho fundo
O céu melhor que tem no mundo
O sol queimando
Se uma flor lá desabrocha
A montanha vai gelando
Lembrando o aroma da cabrocha
No rancho fundo...
Ary Barroso / Lamartine Babo
1970 - Miltinho e a Seresta
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