Janela oi, janela
Janela de barracão de favela
Janela oi, janela
Janela de barracão de favela
Moldura de dois quadros diferentes
Fronteira de dois mundos desiguais
Maria vive o quadro de dentro
Mas seu panorama é lindo demais
E o contraste mantém a esperança dela
Graças a você, janela
Janela oi, janela
Janela de barracão de favela
Janela oi, janela
Janela de barracão de favela
Moldura de dois quadros diferentes
Fronteira de dois mundos desiguais
Maria vive, vive o quadro de dentro
Mas seu panorama é lindo demais
E o contraste mantém a esperança dela
Graças a você, janela
Janela oi, janela
Janela de barracão de favela
Janela oi, janela
Janela de barracão de favela
Janela de barracão de favela
Janela de barracão de favela
Uh, janela de barracão de favela...
Jota Junior
1966 - O Samba Vem Lá de Cima
"Amo a música. Acredito na melhora do planeta. Confio em que nem tudo está perdido. Creio na bondade do ser humano. E percebo que a loucura é fundamental. Viver é ótimo!" Elis Regina
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domingo, 2 de novembro de 2014
Boêmio Na Calçada - Angela Maria (1966)
...Vai o sol
Vai o sol, vem a lua
E a vida continua
Cai o orvalho, da madrugada
Mas há sempre um boêmio na calçada
Vai o sol...
Vai o sol, vem a lua
E a vida continua
Cai o orvalho, da madrugada
Mas há sempre um boêmio na calçada
Com o copo na mesa e um violão
O boêmio faz um samba
Que lhe sai do coração
Ele fala do morro
Sobre um tema qualquer
Mas no fundo, o motivo é a mulher
Vai o sol...
Vai o sol, vem a lua
E a vida continua
Cai o orvalho, da madrugada
Mas há sempre um boêmio na calçada
Com o copo na mesa e um violão
O boêmio faz um samba
Que lhe sai do coração
Ele fala do morro
Sobre um tema qualquer
É, mas no fundo, o motivo é a mulher
Mas há sempre um boêmio na calçada
Mas há sempre um boêmio na calçada
Mas há sempre um boêmio na calçada...
Rubens Campos / Waldemar Silva
1966 - O Samba Vem Lá de Cima
Vai o sol, vem a lua
E a vida continua
Cai o orvalho, da madrugada
Mas há sempre um boêmio na calçada
Vai o sol...
Vai o sol, vem a lua
E a vida continua
Cai o orvalho, da madrugada
Mas há sempre um boêmio na calçada
Com o copo na mesa e um violão
O boêmio faz um samba
Que lhe sai do coração
Ele fala do morro
Sobre um tema qualquer
Mas no fundo, o motivo é a mulher
Vai o sol...
Vai o sol, vem a lua
E a vida continua
Cai o orvalho, da madrugada
Mas há sempre um boêmio na calçada
Com o copo na mesa e um violão
O boêmio faz um samba
Que lhe sai do coração
Ele fala do morro
Sobre um tema qualquer
É, mas no fundo, o motivo é a mulher
Mas há sempre um boêmio na calçada
Mas há sempre um boêmio na calçada
Mas há sempre um boêmio na calçada...
Rubens Campos / Waldemar Silva
1966 - O Samba Vem Lá de Cima
Menina, Quem Foi Seu Mestre - Angela Maria (1966)
Menina, quem foi seu mestre?
Seu mestre foi seu amor
Menina, quem foi seu mestre?
Seu mestre foi seu amor
Coração magoado, coração sofredor
Menina, quem foi seu mestre?
Seu mestre foi seu amor
Mas, menina, quem foi seu mestre?
Seu mestre foi seu amor
Coração magoado, coração sofredor
Coração magoado, coração sofredor
Enxuguei as lágrimas da saudade
Para esquecer aquele amor
Eu tenho um coração amargurado
Tenho o coração sofredor
Não tenho um amor, não tenho um amor
Não tenho um amor, meu Deus, que horror
Não tenho um amor, não tenho um amor
Não tenho um amor, meu Deus, que horror
Menina, quem foi seu mestre?
Seu mestre foi seu amor
Ai menina, quem foi seu mestre?
Seu mestre foi seu amor
Coração magoado, coração sofredor
Coração magoado, coração sofredor
Menina, quem foi seu mestre?
Seu mestre foi seu amor
Menina, quem foi seu mestre?
Seu mestre foi seu amor
Coração magoado, coração sofredor
Coração magoado, coração sofredor
Enxuguei as lágrimas da saudade
Para esquecer aquele amor
Eu tenho um coração amargurado
Tenho o coração sofredor
Não tenho um amor, não tenho um amor
Não tenho um amor, meu Deus, que horror
Não tenho um amor, não tenho um amor
Não tenho um amor, meu Deus, que horror
Não tenho um amor, não tenho um amor
Não tenho um amor, meu Deus, que horror
Não tenho um amor, não tenho um amor
Não tenho um amor, meu Deus, que horror...
Erasmo Silva
1966 - O Samba Vem Lá de Cima
Seu mestre foi seu amor
Menina, quem foi seu mestre?
Seu mestre foi seu amor
Coração magoado, coração sofredor
Menina, quem foi seu mestre?
Seu mestre foi seu amor
Mas, menina, quem foi seu mestre?
Seu mestre foi seu amor
Coração magoado, coração sofredor
Coração magoado, coração sofredor
Enxuguei as lágrimas da saudade
Para esquecer aquele amor
Eu tenho um coração amargurado
Tenho o coração sofredor
Não tenho um amor, não tenho um amor
Não tenho um amor, meu Deus, que horror
Não tenho um amor, não tenho um amor
Não tenho um amor, meu Deus, que horror
Menina, quem foi seu mestre?
Seu mestre foi seu amor
Ai menina, quem foi seu mestre?
Seu mestre foi seu amor
Coração magoado, coração sofredor
Coração magoado, coração sofredor
Menina, quem foi seu mestre?
Seu mestre foi seu amor
Menina, quem foi seu mestre?
Seu mestre foi seu amor
Coração magoado, coração sofredor
Coração magoado, coração sofredor
Enxuguei as lágrimas da saudade
Para esquecer aquele amor
Eu tenho um coração amargurado
Tenho o coração sofredor
Não tenho um amor, não tenho um amor
Não tenho um amor, meu Deus, que horror
Não tenho um amor, não tenho um amor
Não tenho um amor, meu Deus, que horror
Não tenho um amor, não tenho um amor
Não tenho um amor, meu Deus, que horror
Não tenho um amor, não tenho um amor
Não tenho um amor, meu Deus, que horror...
Erasmo Silva
1966 - O Samba Vem Lá de Cima
sábado, 1 de dezembro de 2012
Gente Humilde - Angela Maria (1970)
Tem certos dias em que eu penso em minha gente
E sinto assim todo o meu peito se apertar
Porque parece que acontece de repente
Como um desejo de eu viver sem me notar
Igual a tudo quando eu passo no subúrbio
Eu muito bem, vindo de trem, de algum lugar
Aí me dá uma inveja dessa gente
Que vai em frente, sem nem ter com quem contar
São casas simples, com cadeiras na calçada
E na fachada escrito em cima que é um lar
Pela varanda, flores tristes e baldias
Como a alegria que não tem como encostar
Aí me dá uma tristeza no meu peito
Feito um despeito de eu não ter como lutar
E eu que não creio, peço a Deus por minha gente
É gente humilde, que vontade de chorar
Garoto / Chico Buarque / Vinicius de Moraes
1970 - Angela de Todos os Temas
E sinto assim todo o meu peito se apertar
Porque parece que acontece de repente
Como um desejo de eu viver sem me notar
Igual a tudo quando eu passo no subúrbio
Eu muito bem, vindo de trem, de algum lugar
Aí me dá uma inveja dessa gente
Que vai em frente, sem nem ter com quem contar
São casas simples, com cadeiras na calçada
E na fachada escrito em cima que é um lar
Pela varanda, flores tristes e baldias
Como a alegria que não tem como encostar
Aí me dá uma tristeza no meu peito
Feito um despeito de eu não ter como lutar
E eu que não creio, peço a Deus por minha gente
É gente humilde, que vontade de chorar
Garoto / Chico Buarque / Vinicius de Moraes
1970 - Angela de Todos os Temas
Viola Enluarada - Angela Maria (1970)
A mão que toca um violão
Se for preciso faz a guerra
Mata o mundo, fere a terra
A voz que canta uma canção
Se for preciso canta um hino
Louvo a morte
Viola em noite enluarada
No sertão é como espada
Esperança, de vingança
O mesmo pé que dança um samba
Se preciso vai à luta
Capoeira
Quem tem de noite a companheira
Sabe que a paz é passageira
Pra defendê-la se levanta e grita: eu vou
Mão, violão, canção, espada
E viola enluarada
Pelo campo e cidade
Porta-bandeira, capoeira,
Desfilando vão cantando
Liberdade
Porta-bandeira, capoeira,
Desfilando vão cantando
Liberdade, liberdade, liberdade...
Marcos Valle / Paulo Sérgio Valle
1970 - Angela de Todos os Temas
Se for preciso faz a guerra
Mata o mundo, fere a terra
A voz que canta uma canção
Se for preciso canta um hino
Louvo a morte
Viola em noite enluarada
No sertão é como espada
Esperança, de vingança
O mesmo pé que dança um samba
Se preciso vai à luta
Capoeira
Quem tem de noite a companheira
Sabe que a paz é passageira
Pra defendê-la se levanta e grita: eu vou
Mão, violão, canção, espada
E viola enluarada
Pelo campo e cidade
Porta-bandeira, capoeira,
Desfilando vão cantando
Liberdade
Porta-bandeira, capoeira,
Desfilando vão cantando
Liberdade, liberdade, liberdade...
Marcos Valle / Paulo Sérgio Valle
1970 - Angela de Todos os Temas
domingo, 29 de abril de 2012
Carinhoso - Angela Maria (1957)
Meu coração, não sei porque
Bate feliz quando te vê
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo,
Mas mesmo assim foges de mim
Meu coração, não sei porque
Bate feliz quando te vê
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo,
Mas mesmo assim foges de mim
Ah! Se tu soubesses
Como sou tão carinhoso
E o muito, muito que te quero
E como é sincero o meu amor,
Eu sei que tu não fugirias mais de mim
Vem, vem, vem, vem,
Vem, vem sentir o calor dos lábios meus
À procura dos teus
Vem matar essa paixão que me devora o coração
E só assim então serei feliz, bem feliz
Vem sentir o calor dos lábios meus
À procura dos teus
Vem matar essa paixão que me devora o coração
E só assim então serei feliz, bem feliz
Pixinguinha / João de Barro

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Carlos Gardel - Angela Maria (1959)
Tangos, bandoneons, uma guitarra que geme
Num ritmo de amor desesperado
Um cabaret que fecha suas portas
Uma rua de amor e de pecado
Um guarda que vigia numa esquina
Um casal que anda a procura de um hotel
Um resto de melodia
Um assobio, uma saudade imortal
Carlos Gardel
Buenos Aires cantava no teu cantoCarlos Gardel
Buenos Aires chorava no teu pranto
E vibrava em tua voz
Carlos Gardel
O teu canto era a batuta de um maestro
Que fazia pulsar os corações
Na amargura das tuas melodias
Carlos Gardel
Se cantava a tragédia das perdidas
Compreendendo suas vidas
Perdoava seu papel
Por isso enquanto houver um tango triste
Um otário, um cabaré, uma guitarra
Tu viverás também
Carlos Gardel
Carlos Gardel
Buenos Aires cantava no teu canto
Buenos Aires chorava no teu pranto
E vibrava em tua voz
Carlos Gardel
O teu canto era a batuta de um maestro
Que fazia pulsar os corações
Na amargura das tuas melodias
Carlos Gardel
Se cantava a tragédia das perdidas
Compreendendo suas vidas
Perdoava seu papel
Por isso enquanto houver um tango triste
Um otário, um cabaré e uma guitarra
Tu viverás também
Carlos Gardel
David Nasser / Herivelto Martins


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